Você, no seu cotidiano, em um serviço de saúde, sabe muito bem da importância do Gerenciamento de Resíduos para a regularização do seu empreendimento, certo? A obtenção do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde (PGRSS) garante a legalidade do seu estabelecimento e evita punições administrativas e aplicações de multas. Sendo assim, apesar da necessidade do PGRSS para o funcionamento do empreendimento, que você já conhece, somente obtê-lo é suficiente? Bom, para uma gestão adequada dos resíduos, é necessário adaptar-se a todas as etapas previstas no seu PGRSS, e uma das mais importantes e que pode gerar certas dúvidas é a Coleta do Resíduo após o seu armazenamento externo. Portanto, entenda agora se você precisa pagar por essa etapa e como ela afeta o seu empreendimento. Como funciona a coleta de resíduos de saúde? A etapa de coleta consiste basicamente na remoção dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS). Partindo do seu local de armazenamento externo, como um abrigo por exemplo, até a unidade de tratamento ou disposição final. A coleta e transporte externo dos RSS deve ser feita com cuidados, por meio de técnicas que garantam a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente. Isso se dá, pois os RSS podem oferecer graves riscos, por apresentarem componentes químicos, biológicos e radioativos. Sendo assim, profissionais habilitados sempre devem ser os responsáveis pela execução desse serviço, ou prestado pelo órgão público competente. Sendo diferente do serviço público convencional de coleta de resíduos sólidos urbanos. Quais estabelecimentos têm acesso a coleta e o seu valor? Em geral, todos os empreendimentos que geram resíduos. Sendo eles do tipo A (risco biológico), do tipo B (risco químico), do tipo C (risco radioativo) e do tipo E (materiais perfurocortantes) precisam procurar um serviço especializado de coleta de RSS para suprir a essa demanda. Com relação aos resíduos do tipo D (recicláveis e não recicláveis), a coleta pode ser realizada pelo serviço público de coleta convencional, segundo a sua disponibilidade. Quanto a escolha do responsável pela coleta externa dos RSS, existem diversas empresas e prestadores de serviço que trabalham nesse setor. Para entender melhor sobre preços e outros detalhes é necessário entrar em contato diretamente com os responsáveis, porém, o valor do serviço irá depender da quantidade de resíduos gerados, considerando cada um dos tipos, e da demanda pela coleta. A relação entre a coleta e o PGRSS Ao realizar o seu PGRSS, no documento indica-se qual é o procedimento de coleta. Ele deve ser seguido de acordo com as conformidades do estabelecimento e com as definições dos órgãos ambientais vigentes. Nesse procedimento, serão compreendidas tanto as etapas internas, ou seja, o fluxo ideal de cada tipo de resíduo, quanto as etapas externas, relativas ao profissional responsável pelo transporte do RSS do seu empreendimento até o local de sua disposição final. Para isto, é necessário que esses procedimentos sejam mapeados, justamente para constar no documento. Ou seja, ao longo da elaboração do PGRSS, ou antes mesmo desse processo, o auxílio de profissionais para a análise da demanda de geração de resíduos e indicação do respectivo serviço de coleta é fundamental. Dessa forma, o processo poderá ser detalhado no PGRSS, conforme comumente é solicitado por órgãos ambientais em geral. O PGRSS Bom, deu pra ver que o PGRSS tem relação direta com a etapa de coleta dos resíduos, né? Como destacado, essa etapa, em conjunto com todas as outras incluídas no processo, tem extrema importância para garantir a gestão adequada dos Resíduos de Serviços de Saúde. Essa garantia é essencial, pois uma má gestão pode gerar danos à integridade física de quem está envolvido nesse processo diariamente. Para tanto, a obtenção do PGRSS é essencial, além de que esse documento assegura a legalidade do seu estabelecimento frente aos órgãos ambientais vigentes. Sendo assim, contar com os profissionais adequados é muito importante para a realização desse projeto. Portanto, entenda melhor como a EMAS Jr. pode te auxiliar lendo o texto “PGRSS: Como a EMAS Jr. pode te ajudar a elaborar o seu?”. Se restou mais alguma dúvida quanto ao assunto, fique a vontade para entrar em contato conosco!
PGRSS: Conheça a importância de um manual de implementação
O manual de implementação se trata das informações necessárias para colocar em prática o PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resído do Serviço de Saúde), documento obrigatório para alguns estabelecimentos e pré requisito para obtenção do alvará de funcionamento, sanitário e das licenças ambientais.
Compostagem: conheça as usinas e como elas funcionam?
As Usinas de Compostagem fazem parte do parato das UTC e compõem uma parte primordial para a gestão de resíduos orgânicos. Neste texto vocês vão descobrir como funciona essa usinas e o processo de compostagem.
Compostagem em condomínios e empresas no Brasil
A compostagem é uma tendência da gestão de resíduos orgânicos. Tanto condomínios, quanto empresas, devido a alta geração desses resíduos tem potencial de ter uma Unidade de Compostagem. Esse aparato auxilia na degradação da matéria orgânica, gerando insumos economicamente viáveis, além de serem ambinetalmente adequados.
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Casas geminadas: mais vantagens ou desvantagens?
Casas geminadas são residências das quais são unidas por uma parede e compartilham sua estrutura, telhados e possíveis áreas comuns. Mas será que elas tem mais vantagens do que desvantagens?
Projeto arquitetônico: Por que faze-lo?
Um projeto arquitetônico é a materialização do sonho da casa própria, onde os desejos relacionados a casa própria começam a tomar forma. Veja um pouco mais sobre a importância dele!!
Biogás: conheça mais sobre essa nova fonte de energia
Você sabia que existem formas de gerar sua própria energia limpa, economizar e contribuir para a preservação ambiental? Muitas pessoas acreditam que são necessárias ações grandiosas e altos investimentos financeiros para esse feito, mas ele é mais acessível do que parece. Por esse motivo, nesse texto falaremos sobre o que é o biogás, sua importância e os porquês de ele ser um combustível que atrela sustentabilidade e economia. A principal fonte de energia utilizada atualmente no mundo, também é uma das maiores causas para o aumento do efeito estufa: os combustíveis fósseis. Apesar de serem possíveis fontes de energia, esses compostos derivados da decomposição de seres vivos, não são renováveis, ou seja, são limitados. Devido a esses fatores, o biogás demonstra ser uma fonte de energia alternativa promissora, pois também é resultante da decomposição de matéria orgânica, mas não prejudica o meio ambiente. Que tal entender um pouco mais sobre essa importante fonte de energia? O que é o biogás e como ele é gerado? O biogás, produzido durante a biodigestão de resíduos animais ou vegetais, é geralmente provenientes da agropecuária. O aproveitamento de seus subprodutos só é possível quando esses resíduos são geridos de forma correta e em condições adequadas, mesmo o processo ocorrendo de forma natural. Na ausência de oxigênio, o armazenamento da biomassa é feito para que ocorra a decomposição anaeróbia e captação do biogás. O gás produzido é rico em metano e dióxido de carbono, os quais são compostos com uma alta capacidade energética. Dessa forma, os resíduos, que muitas vezes são apenas descartados e são potencial poluidor, são reaproveitados e geram uma renda significativa. Para entender com detalhes como esse processo acontece, recomendamos a leitura desse texto! Quais são suas aplicações? O biogás é uma fonte de energia que pode ser transformada em várias outras, como térmica, elétrica e luminosa. Além disso, pode ser contido de forma fácil e barata. Isso faz com que haja uma versatilidade em suas aplicações, bem como mais espaço para ele no mercado. Apesar do alto potencial de geração de biogás, ainda é perceptível a pouca utilização dos resíduos de fazendas para tal fim. Afinal, quais são as utilizações do biogás e como ocorrem? 1. Como gás de cozinha O gás de cozinha é uma das aplicações do biogás, com a compressão e armazenamento desse produto em botijões, substituindo o gás liquefeito de petróleo (GLP), mais comumente utilizado. Assim como outros derivados de petróleo, o GLP não é renovável e tem o preço reajustado de acordo com sua disponibilidade, que se tornará cada vez mais escasso e, consequentemente, mais caro. Com isso, a demanda por biogás para essa prática tende a crescer cada vez mais. 2. Na geração de energia elétrica Após a geração do biogás, a transformação em energia mecânica por meio de uma combustão controlada acontece em um biodigestor. Semelhante com o que ocorre em termelétricas, essa energia atua em um gerador, que a converte em energia elétrica. Podendo ser utilizada para a redução na conta de energia elétrica do produtor, como também para a revenda de seu excesso para a companhia de energia local. Qual o papel do Biodigestor na geração do biogás? O biodigestor anaeróbio é o equipamento responsável por tornar possível a utilização desse gás tão versátil. Quando misturados com água e dispostos no interior do biodigestor, na ausência de oxigênio, os resíduos orgânicos têm sua decomposição acelerada. Se bem dimensionado de acordo com a quantidade e tipo de biomassa a ser decomposta, o biodigestor é capaz de realizar um alto aproveitamento dessa matéria orgânica. De fácil implantação, o biodigestor é em uma câmara de biodigestão, que pode possuir uma manta plástica que infla à proporção que o biogás é gerado. Então, ocorre ,por meio de um duto ligado à manta, o recolhimento desse subproduto para a compressão, ou manipulação conforme a aplicação desejada. Além disso, também é gerado outro subproduto rentável: o biofertilizante. Para entender melhor sobre o biofertilizante, recomendamos a leitura desse texto do nosso blog! O tempo necessário para a produção desses produtos varia de 20 a 30 dias, segundo o tipo de biomassa e de biodigestor utilizado. Porém, com a deposição mais regular de matéria orgânica a ser decomposta, a obtenção de biogás e biofertilizante também se torna mais frequente. Com um biodigestor personalizado de acordo com a demanda e com os cuidados necessários, é possível gerar um combustível renovável e unir soluções lucrativas à sustentabilidade ambiental. Agora que conhece o biogás, entenda melhor sobre os biodigestores com esse texto. Tem alguma dúvida? Entre em contato conosco. Estamos à sua disposição!
PGRS e PGRSS: entenda qual você precisa!
PGRS e PGRSS são documentos que visam a regularização de estabelecimentos quanto aos resíduos gerados pelo mesmos, porém cada um atende um determinado tipo de estabelecimento. Entenda mais sobre cada um e qual você precisa!
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PGRS e PGRSS são documentos que visam a regularização de estabelecimentos quanto aos resíduos gerados pelo mesmos, porém cada um atende um determinado tipo de estabelecimento. Entenda mais sobre cada um e qual você precisa!