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Por que participar de uma empresa júnior antes de um estágio?

Entrei na faculdade… E agora?

O momento de entrada na faculdade nos traz muitos desafios. Entretanto, engloba uma gama de oportunidades maiores ainda. Sendo assim, é muito comum que logo após a admissão no ensino superior as pessoas estejam com pressa de conseguir um estágio, de começar a trabalhar e a ganhar dinheiro. Porém essa não tem que ser a única prioridade! Você sabia que existem diversas outras oportunidades de crescer como pessoa e como profissional mesmo ainda dentro da faculdade? Uma delas é entrar para uma Empresa Junior!

Sendo assim, confira aqui 5 motivos para procurar uma EJ antes de um estágio, por exemplo. Além disso, veja ainda alguns depoimentos de pessoas que passaram pelo MEJ para te encorajar a aceitar mais esse desafio!

Mas antes, o que é uma Empresa Junior?

Uma Empresa Junior (EJ) é uma organização sem fins lucrativos. Para os membros das EJs de todo o Brasil, é uma experiência única, que abre inúmeras portas para o mundo do empreendedorismo e da inovação. São compostas exclusivamente por alunos universitários, com o auxílio técnico de professores e profissionais formados na realização de projetos. O Movimento Empresa Júnior (MEJ) convida cada um a se desafiar e a sair da sua zona de conforto para fazer diferente e impactar o ambiente em que estamos inseridos.

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Já ouviu falar sobre o Movimento Empresa Júnior? Sabe de que forma essa iniciativa impacta a sociedade brasileira? Quer ser cliente de uma EJ, mas ainda possui dúvidas? Nesse texto, trazemos as respostas para seus questionamentos!

Flávia Mascarenhas, recém efetivada na Emas Jr.

Acho válido entrar nas Emas Jr. antes de um estágio porque a gente aprende a lidar com o mercado e vê de fato o que é exigido de um profissional da área. Além de todo o conhecimento técnico adquirido você aprende muitas outras coisas, tipo o trabalho em equipe e o profissionalismo. É uma oportunidade única de possuir contato com um lado empreendedor, que não é ensinado no dia-a-dia da faculdade, além do aprendizado de como abordar e conversar com clientes. Aprendemos também a organizar nosso tempo, de forma a definir prioridades, e temos contato com pessoas com interesses semelhantes, de crescer profissionalmente e aprender cada vez mais. Tentamos nos tornar o melhor de nós mesmos quando entramos aqui.

Sandra Coelho, ex membro da Emas Jr.

Eu não sabia muito bem como explicar em poucas palavras o efeito da Empresa Jr. para transformar a minha vida, mais difícil ainda foi tentar explicar como ela me ajudou na minha entrevista de estágio. Bom, durante todo o processo seletivo de estágio eu tive histórias para contar, sobre experiências boas e ruins passadas na Emas e, principalmente, como eu superei os desafios enfrentados e como a Emas me abriu portas para a presidência do Grêmio e para a diretoria da Liga de Mercado e Negócios. Sem dúvidas, esses já eram bons motivos para agradecer pelo meu tempo de MEJ. Porém, a maior prova que a EJ tinha sido um diferencial na minha vida foi no dia 8 de março de 2018, quando recebi uma linda homenagem do Méliuz, valorizando meu tempo de MEJ. Acredito que ver a empresa que faço parte sentindo orgulho de quem eu fui na faculdade, é suficiente para mostrar o quanto essa iniciativa é incrível.

Pedro Ennes, membro atual da Emas Jr.

Participar do MEJ me deu oportunidades não apenas de realizar projetos e ampliar meus conhecimentos na área de engenharia civil. Nos meus quase 1 ano e meio de Emas, pude aprender muito e trabalhar com Marketing, área totalmente diferente do meu curso, participei da organização de importantes eventos na UFMG, conheci pessoas incríveis, liderei equipes e, claro, pude impactar a vida de várias pessoas com todo o trabalho que fazemos. O MEJ realmente abriu meus horizontes e me fez ver várias opções de caminhos a serem seguidos.

Dúvida EJ ou Estágio

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1. Aprender na prática e autonomia

Devido à alta carga teórica na faculdade, a passagem pela Empresa Júnior supre satisfatoriamente o gap entre conhecimento adquirido e conhecimento aplicado, oferecendo a oportunidade de aprender na prática. Tanto em gestão como na execução de projetos, em uma empresa júnior você sempre tem liberdade para inovar e estruturar maneiras mais eficientes para realizar suas tarefas. Além disso, a possibilidade de assumir um cargo de liderança contribui para o fato de que suas decisões impactarão muita gente.

Poliana Avelar, ex membro da Emas Jr.

O primeiro aspecto que justifica a participação em uma EJ antes do estágio é o amadurecimento. O membro aprende a  se portar em diferentes situação. Se adequar ao ambiente em que está inserido, seja pelo vocabulário,  seja pela postura, dependendo da ocasião. O segundo aspecto é a responsabilidade. Apesar de ser uma empresa júnior, o que muitos interpretam como amador, o membro adquire a noção da responsabilidade, seja com as suas atividades, com seus prazos, seus clientes, ou simplesmente com as pessoas com as quais ele trabalha. E, por fim, o que talvez seja o mais importante, trabalhar em algo que ama e que tem como moeda de troca o conhecimento, desenvolvimento pessoal, e várias outras coisas que não possuem valor financeiro. O trabalho voluntário desenvolve no membro a vontade de fazer a empresa crescer simplesmente por amar o que faz. A dedicação de cada membro é fruto da motivação pelo que realiza. Poderia enumerar inúmeros motivos, mas gostaria de despertar a curiosidade e a sugestão de experimentar, pois não irão se arrepender.

Matheus Monferrari, ex membro da Emas Jr.

Iniciada minha busca por estágio, percebi logo de cara que a primeira fase do processo seletivo é um diferencial de quem fez parte de uma Empresa Júnior, porque o currículo de um ex-EJ contém atividades semelhantes de uma empresa real: elaboração de projetos externos e internos, redução de custos, 5s, captação de consultores, treinamentos, aperfeiçoamento de contratos, propostas de serviço, gestão de equipes, etc. Só nessa parte de elaboração de currículo (se bem feito, com as atividades importantes desenvolvidas e bem escritas), já chama atenção de recrutadores nessa etapa, já que uma EJ permite um desenvolvimento multidisciplinar.

Dentro da empresa encaro diversas situações em que lembrar como eu me comportaria caso estivesse na Emas me ajuda constantemente, pois no estágio temos um chefe para responder por nossos erros e para nos aconselhar durante as dificuldades. Porém, muitas vezes me deparo com situações em que preciso resolver sozinho e imediatamente paro para pensar como reagiria caso estivesse no ambiente de uma EJ, já que eu era responsável pelas minhas próprias tomadas de decisões.

Soma-se a isso a tão falada proatividade, que pode parecer clichê, mas que é um quesito essencial e tem sido de fundamental importância dentro do ambiente corporativo. Na Emas, eu me deparava com problemas que precisavam ser resolvidos a curto prazo e era necessária uma rápida tomada de decisão. Isso acontecia semanalmente e aprendi a conviver com esse tipo de situação. No mercado de trabalho isso não é diferente. Soluções imediatas precisam ser dadas constantemente e hoje vejo que a emas foi fundamental para o meu atual amadurecimento para esse tipo de conflito.

A experiência na Empresa Júnior influencia em diversos pontos da minha rotina como estagiário. Confesso que é uma influência diária e em todo momento.

Enxergar Oportunidades

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2. Experiência pessoal e amor pelo movimento

Além de todos os benefícios profissionais que já foram citados, entrar em uma EJ traz uma experiência pessoal muito engrandecedora de lidar com outras pessoas diferentes. Além disso, principalmente em eventos MEJ, unem pessoas de todo Brasil, e até mesmo do mundo a fora, que compartilham do mesmo interesse de mudar e impactar nossa sociedade. Isso gera um sentimento de rede muito grande, levando a uma maior união entre os membros, inclusive de EJ’s diferentes.

tempo

Um dos maiores causadores de ansiedade em uma empresa júnior é o tempo e aprender maneiras de gerir este recurso de forma eficiente durante a graduação é fundamental. Descubra aqui algumas delas!

Luciano Albuquerque, Ex vice-presidente da Emas Jr.

A Emas Jr. talvez seja uma utopia empresarial. Nela, temos funcionários/donos que trabalham “de graça” com uma motivação descomunal. Como isso seria possível? Qual o segredo? A resposta talvez seja resumida em uma palavra: amor. Amor pelo que faz, amor pelas pessoas, amor pelo movimento empresa júnior e, principalmente, amor pela missão que ela carrega. Ter a Emas Jr. como minha primeira experiência profissional mudou minha vida e meu futuro. Compartilhar a conVIVÊNCIA em um local onde o conhecimento é repartido, as ideias são partilhadas e os sonhos são sonhados juntos. Talvez a Emas Jr. seja realmente uma utopia, mas quem dera se o mundo fosse formado por empresas e pessoas assim.

Conciliação de Tarefas

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3. Experiência profissional e conhecimentos interdisciplinares

É nítido o crescimento profissional adquirido em uma EJ. É a primeira oportunidade ofertada pela própria faculdade de entrar em contato com projetos reais e ter experiências que só seriam adquiridas em empresas seniores. Além disso, a facilidade de troca de cargos faz com que sejam adquiridas experiências de outras áreas completamente diferentes da que você está  inserido na faculdade.

Ricardo Alves Pimentel, ex membro da CPE

Meu nome é Ricardo, me formei em Engenharia Elétrica pela UFMG, e atualmente sou trainee na Sigga – Mobile Technogies. Eu iniciei minha graduação em Engenharia Elétrica na UFV e lá tive meu primeiro contato com o MEJ, onde fui membro da diElétrica. Depois, decidi vir para BH e continuar meu curso de Engenharia Elétrica aqui. Logo ao chegar, me deparei com o dilema entre um estágio ou entrar para o MEJ novamente. Optei pela CPE e foi uma decisão muito proveitosa, pois ainda tinha muito o que aprender. O MEJ, tanto em Viçosa quanto em BH, me abriu para conhecimentos gerenciais e o desenvolvimento de habilidades comportamentais que me prepararam para todos os desafios que enfrentei até hoje, e me deixaram um passo à frente em todos os processos seletivos que participei depois. Pude ter contato com uma visão de negócios que é fundamental no mercado de trabalho, mas que poucos desenvolvem durante a graduação. A rede criada tendo contato com todas as instâncias envolvidas no movimento é grandiosa. E principalmente os valores que eu e trabalhei enquanto membro da EJ são a base do meu perfil profissional. Tudo isso são experiências que apenas o MEJ pode proporcionar, portanto, minha recomendação sem sombra de dúvidas é: não perca a oportunidade de ser parte de um movimento tão enriquecedor, pois em nenhum outro lugar você vai ter os aprendizados que uma empresa júnior proporciona.

Vinicius Braz, ex membro da CPE e hoje estagia na Endeavor

A Endeavor é uma ong de apoio a empreendedores de alto impacto e empresas de alto crescimento e trabalha com aceleração de empresas. Sou gestor de um programa de aceleração e gestor da busca e seleção de novos empreendedores para serem apoiados, além de tocar o processo seletivo da empresa. Eu não teria achado o estágio, pois foi através do MEJ que fiquei sabendo da vaga. Também não teria conseguido passar no processo seletivo na época, porque foi o MEJ que proporcionou experiências em que eu pude ser líder, que eu pude ser protagonista, criar projetos, que eu vivi relacionamentos com outras pessoas no trabalho (me ajudou a não entrar no estágio muito cru, sem estar acostumado com metas, com lidar com pessoas pra receber e dar feedbacks). Por mais que você não vá entrar com todos os conhecimentos no estágio, devido a ele ser, sim, diferente de uma EJ, você vai chegar mais preparado pra fazer tudo. A CPE foi muito impactante pra saber como agir, pra dar mais do que pedem, para surpreender e saber lidar com liderança, então foi sensacional para mim. Pensando no estágio que eu estou hoje, que depende muito do meu protagonismo, achei o MEJ essencial para eu conseguir adotar essa postura.

Vitor Ribas, ex membro da CPE

Meu nome é Vitor Ribas e participei da CPE por 2,5 anos. Ao entrar na faculdade, eu já tentei o processo seletivo e fui efetivado como membro da EJ, já no meu segundo período do curso. Comecei como consultor de vendas (projetos para clientes reais) no meu primeiro semestre e ganhei muita experiência na área de vendas, persuasão e conhecimentos sobre uma linha do tempo comercial.

Já no segundo semestre fui gerente de projetos e tive contato com metodologias ágeis, entendimento de como liderar uma equipe e lidar com clientes. No meu último ano, fui diretor comercial e aprendi muito a motivar pessoas, a entender a realidade de cada uma, a trabalhar com pressão por busca de prazos e a se manter motivado a todo tempo.

Hoje trabalho no SEED, em uma startup que vende um sistema de gerenciamento de Leads. Além disso, atuo tanto analisando dados quanto relacionando com clientes (Customer Success), e também na parte comercial da empresa.

Trabalhar em uma EJ, na minha opinião, é a experiência extracurricular melhor vista pelo mercado de trabalho. Uma experiência fantástica, em um ambiente dinâmico, extremamente transformador. Isto sem contar nas amizades e experiências vividas. Algo que o curso não dá. A experiência em empresa júnior é tão contagiante que você cativa pessoas próximas a tentarem processo. Isto inclusive aconteceu com minha prima.

O processo seletivo do estágio inicialmente contou com cerca de 100 currículos para 1 vaga. Foi bem similar com o processo que fazemos na CPE. Ou seja, por ter participado do processo seletivo da CPE como candidato e como avaliador eu entendi muito a cabeça de um avaliador em entrevistas, em dinâmicas de grupos e etapas avaliativas. Sendo assim, toda essa experiência me ajudou muito a entrar na empresa.

Além disso, por ser um ambiente dinâmico e de mudanças rápidas, a inquietude natural de uma empresa júnior faz com que sejamos proativos a todo momento. A cultura de busca por resultados faz com que sejamos destaques em estágio e o perfil de membro de EJ é muito bem quisto no mercado de trabalho.

                                

Empresa júnior: crescimento profissional

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4. Contato com outras pessoas e desenvolvimento de habilidades

Aliado com a chance de conhecer pessoas do seu curso que, muitas vezes, você não tenha possibilidade de conviver no dia-a-dia da faculdade, o convívio de empresa propicia um ambiente favorável para criar relações de amizade fortes com outras pessoas. Isto principalmente devido ao sentimento de família, que é compartilhado por todos.

Isadora de Lima, ex membra da UCJ e atual estagiária da Falconi

Quando vamos falar do porquê de entrar em uma Empresa Junior antes de entrar em um estágio é essencial que a gente fale da oportunidade de exercitar na prática aquilo que a gente vê no curso. Esse pode até ser um argumento clichê. Porém é extremamente verdadeiro. Às vezes você está na faculdade e não tem conhecimento de ferramentas como Excel, que é básico e que não é ensinado na faculdade. E na EJ, por sua vez, você tem oportunidade de aprender em um ambiente mais propício ao aprendizado, porque em um estágio muitas vezes as pessoas não estão tão dispostas a te ensinar coisas desde o início.

Além disso, em alguns processos seletivos eles já vão cobrar de você esses conhecimentos mais básicos e esperam que não cometa erros, enquanto uma EJ tem todo um ambiente de crescimento mútuo dos membros para você chegar mais preparado para um estágio. Esse é apenas um dos inúmeros motivos.

O que é muito importante para mim e foi essencial para eu entrar na Falconi foi muito além do conhecimento prático e técnico. Resumiu-se principalmente à formação de um perfil profissional. Muitas pessoas entram na faculdade e não têm o menor contato e experiência profissional prévios com uma empresa de verdade. A EJ te ajuda a criar esse perfil. Por exemplo, ajuda em questões como a postura que você tem que comportar em um ambiente de trabalho, qual tem de ser sua cabeça para ir ao mercado, além das inúmeras outras vantagens proporcionadas pelo MEJ.

É um momento único de você crescer. Em pouquíssimos lugares você tem uma curva de crescimento do conhecimento tão exponencial e acentuada. Afinal o ambiente foi feito para isso. Além disso, o contato que você tem com outras pessoas e outras empresas juniores, de outros estados e cidades, é muito enriquecedor, e é um ambiente pouco visto no mercado de trabalho mais para a frente. Não obstante, existe o lado pessoal, que você faz muitas amizades e conhece muitas pessoas.

Hoje sabemos que os processos seletivos de empresas grandes são muito concorridos, então você precisa de um diferencial e de uma primeira experiência para conseguir entrar. E atualmente eu não mais acredito que a primeira experiência tenha que ser um estágio. O MEJ é algo muito gratificante antes dele. Dessa forma você chega muito mais preparado. É o primeiro passo que pode te levar para um futuro muito mais brilhante.

É obvia a parte profissional, mas não podemos deixar de lado a parte pessoal também, que foi uma das coisas que mais contou para que eu ficasse na UCJ por dois anos e meio. Outro lado muito importante é que você tem contato com coisas que você não vai ter tão cedo na sua carreira, porque depois de 6 meses, 1 ano, você já pode estar em um cargo gerencial, de diretoria, e no mercado de trabalho você leva anos para alcançar isso. Então, é uma experiência de liderança, de gerenciamento de pessoas, de se importar com coisas menos operacionais, mais estratégicas, e isso é um aprendizado muito interessante porque no mercado de trabalho é muito diferente.

Visão do Futuro

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5. Horizontalidade e alcance de cargos

As EJ’s funcionam com divisões de cargos e diretorias igual empresas seniores, porém a transição entre eles ocorre de uma maneira mais fácil e rápida. Dessa forma, em algumas, com apenas um semestre, já é possível concorrer para cargos em outras diretorias, incluindo os de liderança.

Além disso, por ser formada apenas por estudantes, apesar dos cargos definidos, é possível perceber uma maior horizontalidade. Nela, as pessoas não se tratam como chefes/empregados, e sim como amigos, definindo tarefas e afazeres de modo que não gere sobrecarga a ninguém.

Rafael Rocha, atual vice-presidente da Emas Jr.

Venho na contramão de todos pra provar exatamente o contrário. Trabalhar em uma empresa sênior na área de atuação é sim uma grande oportunidade. Mas viver a experiência que uma empresa júnior proporciona, não tem preço. A vivência de uma gestão empresarial nem se compara com as oportunidades oferecidas a um estagiário. Poder empreender de forma tão autônoma e perceber que inúmeras oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional são oferecidas de forma tão qualificada, me motivou a inserir a vivência de empresa júnior em meio a minha rotina de estágio e faculdade.

Quando entrei em 2017/2, vi que era uma chance de ouro para poder me qualificar ainda mais em meio a um mercado tão exigente. Isso me motivou para, hoje, estar conciliando a rotina de estudante de uma universidade federal, estagiário de uma construtora do ramo de Engenharia Civil e estar Vice- Presidente da EMAS Jr em 2018 com muito orgulho! #VenhaSEREMASJr.

mentiras

Você já ouviu alguma frase desmotivante sobre entrar em uma empresa júnior? Com certeza era um mito! Nesse texto, viemos esclarecer algumas frases que são ditas sobre as empresas juniores e que não condizem com a nossa realidade.

Estágio

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Guilherme Carvalho, atual presidente da Emas Jr.

‘’Não vou entrar na EMAS porque vou procurar um estágio.’’ Já escutei esta frase algumas vezes nesses quatro anos de faculdade. Entretanto, posso dizer, com a experiência de quem iniciou sua vida profissional na engenharia antes mesmo da faculdade, que este é um grande engano cometido por vários estudantes.

Participar do maior movimento de empreendedorismo jovem do planeta foi a melhor decisão que tomei na minha carreira e trocaria qualquer estágio por essa experiência. Entrei na EMAS em 2016/2 assumindo um cargo de liderança e de fundamental importância na área de Projetos da empresa, conciliando trabalho em uma empresa sênior e faculdade.

Fácil? Não é! Possível? Muito! Foi um ano de muita correria, mas não maior que o aprendizado! Dessa forma, ao invés de cansaço, ganhei motivação. Motivação para querer algo mais! E, assim, hoje estou como Diretor Presidente da EMAS.

Portanto, se me pedirem um conselho eu digo: você está em um dos ecossistemas mais empreendedores do Brasil, não jogue fora essa oportunidade e entre em uma empresa júnior para se desenvolver como nunca e impactar ainda o meio em que vivemos!

#VemSerEMAS #VenhaFazerPartedaFamiliaEMAS

Depois de ler todos esses depoimentos, você ainda possui dúvidas do quão engrandecedora é a experiência de entrar para uma empresa júnior? Venha fazer parte desse movimento! Qualquer dúvida, entre em contato conosco!

Sair à Frente de Outros no Mercado de Trabalho

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By |2018-09-14T14:24:00+00:0016 de março, 2018|Empreendedorismo, Equipe, MEJ, Mercado de Trabalho|Comentários desativados em Por que participar de uma empresa júnior antes de um estágio?

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Isabella Moreira