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6 mentiras que são ditas sobre trabalhar em uma empresa júnior

Se você já falou com um amigo da faculdade que iria tentar o processo seletivo de alguma empresa júnior, provavelmente ouviu comentários totalmente divergentes. Mas se essa pessoa é ou já foi de alguma EJ, ela com certeza ficou muito animada e quis lhe dar dicas para ajudar no processo.

Quanto aos amigos que nunca participaram, estes possuem, em geral, um certo preconceito com as empresas juniores. Este pensamento vem de uma cultura difundida pelos próprios universitários que não tem contato com a realidade destas corporações. Uma frase dita ali, outra sussurrada lá e algumas mentiras acabam se tornando populares. A seguir, listamos 6 mitos espalhados pelas faculdades sobre trabalhar em uma empresa júnior:

 

1 – É trabalho voluntário, então não vale a pena

“Trabalhar de graça? Tô fora.” Talvez você já tenha ouvido ou até mesmo dito esta frase. Mas quem disse que é de graça? Dentro de uma EJ, a moeda é um pouco diferente. Todos os dias recebemos uma dose de confiança, motivação e sentimento de pertencimento que não tem preço. Aprender na prática o que você ouve em sala de aula e imagina que só vai encontrar lá fora, depois de formado, traz uma experiência tão enriquecedora que dinheiro nenhum pode pagar.

Além disso, os membros recebem treinamentos técnicos para a execução de projetos, bem como capacitações referentes às competências exigidas no mercado de trabalho, como liderança, negociação e oratória. Não bastasse isso, sempre há uma troca de conhecimento com os membros mais antigos de empresa ou que estão avançados no curso. Isto gera um aprendizado tão grande que nos permite agregar cada vez mais valor à nossa bagagem.

Crédito: Freepik

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2 – Empreendedorismo é sinônimo de ganhar dinheiro

Um empreendedor nem sempre é aquele grande empresário que admiramos e sonhamos nos tornar um dia. Empreendedor é todo indivíduo que olha para a realidade em que vive buscando impactar e contribuir para melhorar, ser inovador, arrojado, ter o olhar próprio de enxergar negócios e querer transformar seu sonho em realidade.

Para empreendernão é necessário abrir uma empresa. Uma pessoa pode ser empreendedora em qualquer campo que atue, sendo ela um professor(a), um médico(a) ou um industriário(a). Basta inovar e contribuir com essas ideias ousadas, buscando sempre o objetivo de criar algo que revolucione sua área de trabalho.

3 – Ter conhecimento técnico é essencial

Créditos: papouniversitario.anhembi.br

Créditos: papouniversitario.anhembi.br

Conhecimento técnico é sim importante, digamos que até mesmo um diferencial. No entanto, iniciativa, proatividade e vontade de aprender são fatores que pesam muito mais. Conhecimento pode ser adquirido na prática, realizando projetos ou até mesmo em sala de aula. Já o brilho nos olhos é algo particular, é aquilo que vem de dentro, te motiva e desafia a ir cada vez mais longe.

4 – EJ só faz projeto simples e fácil

O desenvolvimento dos membros é um dos pilares do Movimento Empresa Júnior. Consequentemente, fazer projetos maiores e mais complexos gera um grande aprendizado e sentimento de realização em quem os executa. Sendo assim, buscamos grandes desafios, visando crescer e aprender cada vez mais.

No entanto, para realização dos projetos possuímos auxílio de consultores externos, empresas parceiras e professores da universidade, para eliminar qualquer gap e trazer conhecimento e muitas vezes um olhar técnico mais experiente.

5 – Não sobra tempo para viver e se divertir

Como para tudo na vida, sempre arranjamos tempo quando realmente estamos dispostos a fazer algo. Entrar para uma empresa júnior e conciliar vida acadêmica, pessoal e trabalho é um grande desafio, mas nada que um planejamento, uma gestão de tempo adequada e a boa e velha agenda de papel não resolvam. Definir prioridades e se planejar acerca de suas atividades é necessário.

Além disso, a atmosfera de uma EJ é semelhante à de uma família ou de um grande grupo de amigos. Todos ali têm um mesmo objetivo e cooperam uns com os outros para poder alcançá-los. Estamos o tempo todo envolvidos e isso muitas vezes é divertido e ao mesmo tempo motivador.

6 – Trabalhar em uma EJ é só um passatempo, não vai fazer nenhuma diferença na carreira

Créditos: https://blogdaengenharia.com/empresa-junior

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O trabalho em uma EJ é como qualquer outro trabalho. Os membros possuem tarefas inerentes a seus cargos dentro das empresas. Prazos devem ser cumpridos, principalmente pelo fato de lidarmos com clientes reais, executando projetos reais. Isso tudo nos ensina muito sobre responsabilidade, profissionalismo e principalmente sobre trabalho em equipe, visto que a empresa é uma organização horizontal.

O objetivo principal do movimento empresa júnior não é simplesmente fazer projetos e bater metas. O desenvolvimento dos membros é o princípio base, visando contribuir para a formação de profissionais cada vez mais conscientes de seu potencial e capazes de transformar uma realidade. A experiência adquirida em uma EJ é algo transformador, que te prepara não só para o mercado de trabalho mas também para ser o protagonista da sua jornada, assumindo riscos e aceitando desafios cada vez maiores.

 

Depois de entender um pouco mais sobre como é participar de um EJ você não vai querer ficar de fora, né? Por isso, aproveite que as inscrições para o Processo Seletivo EMAS Jr 2017/2 encerram hoje!

By | 2017-10-31T16:06:41+00:00 agosto 27th, 2017|MEJ|0 Comentários

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Marcos Paulo

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